20.7.17

1º Congresso Brasileiro de Práticas Colaborativas

Com foco especial nos 40 anos da Lei do Divórcio no Brasil, o congresso reunirá uma equipe de profissionais brasileiros e estrangeiros com prestígio e excelência comprovada, .
Será uma oportunidade especial para debater as conquistas e desafios da gestão de controvérsias de natureza familiar em uma sociedade em constante transformação e, principalmente, para expor e aprofundar o tema do Divórcio Colaborativo no Brasil junto aos maiores expoentes no assunto, como Stuart Webb, Pauline Tesler e Ron Ousky, entre outros.
Os profissionais que lidam com gestão de conflitos familiares da área jurídica (advogados, defensores, magistrados, promotores, professores), da área de saúde (psicólogos, psicanalistas, terapeutas, assistentes sociais) e da área financeira (analistas financeiros, economistas, contadores), além de mediadores, estudantes e outros profissionais que lidam com famílias em situação de conflito, poderão aprender e especializar-se com os fundadores da prática, abrindo caminho para uma atuação profissional condizente com as demandas atuais de nossa sociedade.
Objetivo
Vamos juntos repensar a forma pela qual tanto as famílias como os profissionais vêm lidando com o divórcio ao longo desses anos e pensar o futuro deste tema à luz da metodologia colaborativa que, desde o início dos anos 1990, é praticada com sucesso em diversos países.
O abandono gradual da lógica adversarial por meio da aplicação de práticas colaborativas no Direito já é uma realidade. Cada vez mais famílias buscam as vantagens desta abordagem que preserva laços afetivos, permite que as pessoas sigam suas vidas reconciliadas com suas histórias e promove uma co-parentalidade sadia, que prioriza e cuida efetivamente dos filhos. Da mesma forma, é crescente o número de profissionais que encontram um propósito em suas funções ao atuarem de forma mais construtiva. Todos saem ganhando: indivíduos, famílias e sociedade.
Os três dias de palestras voltadas para profissionais e estudantes das áreas de direito, saúde e finanças serão divididos em painéis com a equipe multidisciplinar atuando com o objetivo de:
• Refletir sobre a trajetória do Divórcio no Brasil e seus caminhos futuros;
• Difundir o Divórcio Colaborativo como intervenção de natureza interdisciplinar, indicada para trabalhar com a multifatorialidade dos conflitos interpessoais e/ou de natureza familiar;
• Formar uma rede de profissionais, expandindo e consolidando a prática em âmbito nacional.
Evento com tradução simultânea.
Quando
9, 10 e 11 de novembro de 2017
Onde
Rio Othon Palace
Av. Atlântica, 3264, Copacabana - Rio de Janeiro

12.7.17

Posse da nova Comissão Permanente de Acessibilidade do Rio

Ontem, dia 11, foi o dia da posse da nova CPA - Comissão Permanente de Acessibilidade do Rio de Janeiro, da qual o Comdef-Rio faz parte.
Andrei Bastos, representante do Comdef-Rio na CPA, assina o livro de posse.
Eliane Sakamoto, suplente de Andrei Bastos na CPA, assina o livro de posse.
Regina Cohen, representante da UFRJ na CPA, assina o livro de posse.

A Lei Brasileira de Inclusão e o controle social

No domingo, dia 9, na mesa do Conade sobre a LBI - Lei Brasileira de Inclusão e controle social, do Mobility & Show Rio 2017, o Comdef-Rio foi representado por Andrei Bastos.
Após a mesa do Conade, uma boa conversa 
com Décio Gomes Santiago (Onedef)

10.7.17

Acontessências

Sala de Espelhos, Histórias de Amor, Pra lá de Balzac, Exposição de Pinturas... e What Porra is That? são as acontessências contadas neste e-book. Link para compra: https://www.amazon.com.br/Acontess%C3%AAncias-Acontecimentos-essenciais-vida-teimosa-ebook/dp/B00XT308FM/ref=sr_1_3?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1499696643&sr=1-3&keywords=andrei+bastos

Histórias de Amor

Exposição de Pinturas

Eu não sabia como contar a minha história com o câncer. Só muito tempo depois de vivê-lo é que me senti capaz de contar o que aconteceu, e iniciei a busca pela minha maneira de transmitir a vivência. Não foi fácil descobrir como escrever e deixei o tempo passar para não lembrar como num diário, sofrido. No câncer, o que marcava o tempo eram os medos, as emoções, os terrores, os amores, e os resultados dos exames. Os acontecimentos ocupavam o espaço dos sonhos e pesadelos. Como visitar esse passado senão também em sonhos e pesadelos? Link para compra: https://www.amazon.com.br/Exposi%C3%A7%C3%A3o-Pinturas-Andrei-Bastos-ebook/dp/B00TWT78LE/ref=sr_1_4?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1499693158&sr=1-4&keywords=andrei+bastos

Sala de Espelhos

Histórias do movimento estudantil e da luta contra a ditadura civil-militar brasileira no final dos anos 1960 e início dos anos 1970. Link para compra: https://www.amazon.com.br/Sala-Espelhos-Andrei-Bastos-ebook/dp/B00C36Q92W/ref=sr_1_1?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1499693158&sr=1-1&keywords=andrei+bastos

8.7.17

A Comissão Permanente de Acessibilidade do Rio de Janeiro

Hoje, no evento Mobility & Show Rio 2017, de exposição de automóveis, veículos e adaptações, equipamentos e serviços para pessoas com deficiência e familiares, o Comdef-Rio manifestou seu posicionamento em relação à nova CPA - Comissão Permanente de Acessibilidade criada pela prefeitura carioca, numa mesa de debates dedicada a ela:

A Comissão Permanente de Acessibilidade do Rio de Janeiro

Como sempre, e hoje mais do que nunca, o Estado brasileiro, nas esferas federal, estadual e municipal, está distante da realidade da população à qual deveria servir.

Como sempre, e hoje mais do que nunca, os políticos brasileiros, com raras exceções, agem por motivos fúteis ou por motivos inconfessos, estando comprometidos apenas com o poder que lhes permite agir.

Tudo o que acontece no Estado, nas esferas federal, estadual e municipal parece acontecer em outro mundo que não o da cidadania.

Embora as pessoas com deficiência, com o seu movimento organizado de luta por direitos, tenham obtido muitas conquistas, sem ficar devendo nada a ninguém, ainda falta um mundo inteiro a ser conquistado.

É nesse mundo que falta ser conquistado que está a Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) do município do Rio de Janeiro.

Afinal, com uma composição marcada pela presença maciça de órgãos do governo municipal, sem autonomia político-financeira, sem caráter deliberativo, com natureza prevalentemente técnica e sem uma participação equivalente da sociedade civil organizada representativa das pessoas com deficiência, esta CPA é apenas mais um apêndice do poder constituído no momento.

Desse jeito, sendo esta CPA, na melhor das hipóteses, uma coisa “pra inglês ver”, sem poder de veto a iniciativas que não atendam ou prejudiquem os direitos das pessoas com deficiência, o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro (Comdef-Rio), que por força institucional participa da composição da CPA, manifesta sua discordância e seu empenho em lutar por mais uma conquista para as pessoas com deficiência na forma de uma CPA efetiva e verdadeira.

ANDREI BASTOS

Comdef-Rio

1.7.17

A equipe multidisciplinar no Direito de Família